Crescimento

Fralda sujaMeus primeiros dias neste mundo foram muito tranqüilos. Minha mãe só teria que voltar ao trabalho em agosto, depois das férias escolares de verão. Com isto, eu e ela passamos quase 4 meses juntos nos ajustando a vida nova. Foram dias muito especiais para nós dois e para o restante da família: meus pais muitas vezes olhavam para mim com dificuldade de acreditar que eu havia chegado de verdade.

Fui crescendo e aprendendo uma coisa nova à cada dia. Meus primeiros dentinhos apareceram quando eu tinha 5 meses e foi também aos 5 meses que eu comecei a comer papinha. Quando eu tinha 6 meses, meus pais me levaram para aulas de massagem em bebês e desde aquele época eles aproveitam qualquer oportunidade para me dar uma apertada. Aos 6 meses eu comecei a sentar sozinho e aos 7 eu já engatinhava de marcha ré. Por volta dos 8 meses, eu disparei engatinhando para tudo quanto é lugar e foi aí que meus pais começaram a correr atrás de mim. Sempre gostei muito de passear e meus pais estam sempre procurando uma aventura nova para me levar junto.

Aos 9 meses eu já engatinhava pela casa inteira à procura de revistas para rasgar, de tomadas que tinham ficado descobertas ou de qualquer outra coisa que meus pais ainda não haviam percebido que precisava de ser guardado. Em fevereiro (por volta dos 10 meses) eu comecei a ficar em pé sozinho no berço e algumas semanas mais tarde, eu estava andando apoiado e empurrando uma panela pelo chão da cozinha. Foi aí que eu ganhei um carrinho para empurrar e hoje ando pela casa toda apoiado nele. Já sei até fazer curvas! Meus pais acham que não vai demorar muito e eu vou estar andando sozinho sem ajuda da panela ou do carrinho. Acho que até lá vou aprender que o rabo do Dickens também não pode servir de apoio.

No final de março, tia Érica veio me visitar. Ela passou um mes comigo e foram dias inesquescíveis. Foi uma boa oportunidade para matarmos a saudade e aproveitamos para passearmos um pouco pela Georgia. Durante a semana, quando meus pais iam para o trabalho, tia Érica ficava em casa tomando conta e brincando comigo. Foram os dias mais saudáveis do meu primeiro ano de vida, e eu gostei muito da atenção especial e do carinho que eu recebi dela: muito obrigado, tia Érica! Já estou contando os dias para sua volta.

No final de março, eu fiz a primeira visita a um hospital. Tive que fazer uma micro cirurgia para colocar uns tubinhos no ouvido. Estava com acúmulo de fluído nos ouvidos e para evitar que isto prejudicasse a minha audição, os médicos acharam melhor colocar os tubinhos para ajudar na drenagem. Apesar de ter sido uma coisa rápida e corriqueira, meus pais ficaram nervosos e contentes que tudo passou relativamente rápido.

Duas semanas antes do meu primeiro aniversário, eu dei o maior susto em todo mundo. Um belo dia, sem mais nem menos, comecei com uma febrezinha que começou a subir rápido demais. Quando a minha mãe estava me levando para o médico, eu tive uma série de convulsões febris e acabei tendo que ser levado para a emergência do hospital. Apesar de ainda não sabermos o que causou a febre, eu me recuperei do susto e felizmente, tudo está bem agora. Enquanto isto, vamos torcendo para que isto não aconteça novamente. Alguns dias depois do maior susto da nossa vida, a febre abaixou e eu voltei a ser quem eu sempre fui, bem em tempo para o meu primeiro aniversário. No dia do meu aniversário, já estava pronto para comer um pedaço do meu bolo.

Aqui estão algumas fotos que ajudam contar a história deste meu primeiro ano de vida. Clique nas fotos abaixo para ver a foto maior:

A foto preferida do meu pai Este chapéu foi do meu pai e feito pela minha tetravó Flamengo! A foto de quatro meses Parecendo gente, não é?

Brincando com os meus bloquinhos Eu e Dickens Entrar é fácil, o problema é sair de debaixo do sofá Eu e tia Érica em um de nossos passeios


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